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Excel em 2026: A Ferramenta que o Mercado Ainda Fala e Você Precisa Dominar

Excel em 2026: A Ferramenta que o Mercado Ainda Fala e Você Precisa Dominar#ProgramaçãoGlobal ##Excel #PowerBI #PowerQuery #VBA #Dados #Farmaceutica #SQL #Python #Carreira #SalesForceEffectiveness

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Abrir o Excel antes de qualquer outra ferramenta, em pleno 2026, não é sinal de atraso. É sinal de que você entende como o mercado realmente funciona. Enquanto o debate sobre stacks modernas domina fóruns e grupos de LinkedIn, as áreas comerciais da indústria farmacêutica continuam abrindo planilhas para tomar decisões que movem bilhões em receita. Ignorar essa realidade não é estratégico, é ingênuo.

No dia a dia das operações comerciais farmacêuticas, gestores de vendas precisam entender resultado de mês, diretores financeiros aprovam budgets e analistas de força de vendas constroem relatórios de cobertura e penetração de mercado. Quase sempre, o Excel está no centro desse fluxo. Quem não domina a ferramenta que o mercado usa não consegue se comunicar com as áreas que consomem os dados que ele mesmo produz.

CRIO DASHBOARDS NO POWER BI

Dominar Excel de forma avançada, em 2026, significa ter um argumento concreto em processos seletivos, em consultorias e dentro de empresas que ainda não migraram para uma stack moderna. Mais do que isso, significa ter o fundamento que torna a transição para ferramentas mais sofisticadas muito mais rápida e natural. A questão não é usar Excel para sempre. É saber usar Excel hoje para chegar mais longe amanhã.

Analistas de dados que ignoram Excel frequentemente encontram uma barreira invisível: a incapacidade de dialogar com áreas de negócio que tomam decisões baseadas em planilhas. Na indústria farmacêutica, isso é ainda mais crítico. Equipes de Business Intelligence, trade marketing, pricing e força de vendas vivem dentro do Excel. Quando um analista chega com um dashboard bonito mas não consegue explicar a lógica em uma planilha, a credibilidade vai junto.

Dados bem estruturados dentro do Excel têm um valor que muita gente subestima: eles criam o elo entre a análise técnica e a decisão de negócio. Power Query, por exemplo, permite consolidar dezenas de fontes de dados sem uma fórmula manual sequer. Power Pivot transforma o Excel em um ambiente de modelagem relacional que muitas PMEs farmacêuticas usam como substituto funcional ao Power BI. Quem domina essas funcionalidades resolve problemas reais que afetam a operação todos os dias.

Relatórios de cobertura de médicos, análise de market share por brick geográfico, acompanhamento de metas por representante. Essas são as entregas que movem a operação comercial farmacêutica. E elas existem, na maioria das empresas do setor, dentro de planilhas Excel. Saber construir, otimizar e automatizar esses relatórios com VBA ou Power Query não é conhecimento obsoleto. É o que diferencia um profissional que entrega do profissional que só consome.

Estar preparado para o mercado de dados em 2026 exige entender que ferramentas não competem entre si, elas se complementam. Excel avançado integrado ao Power BI cria uma stack acessível que funciona tanto em empresas com orçamentos robustos quanto em distribuidoras e redes de farmácias que ainda dependem fortemente de planilhas. Saber transitar entre essas realidades é o que separa o analista generalista do especialista que resolve.

Linguagem de negócio e linguagem técnica raramente andam juntas de forma natural. O Excel é, talvez, a única ferramenta que opera confortavelmente nas duas frentes. Um gerente regional de vendas farmacêuticas entende uma tabela dinâmica. Ele não entende, necessariamente, um dataframe do pandas ou uma query SQL. Quando o analista sabe construir a mesma análise nos dois ambientes, ele multiplica o impacto do trabalho que entrega.

Usar Excel como ponto de partida para aprender SQL é uma das transições mais eficientes que existe na área de dados. A lógica de filtrar, agrupar e agregar que você já faz com tabelas dinâmicas e SOMASES é exatamente a lógica do SELECT, WHERE, GROUP BY e SUM do SQL. Quem entende essa equivalência aprende SQL em semanas, não em meses. E quem aprende SQL rapidamente tem um argumento imediato de valorização salarial no mercado farmacêutico.

Integração entre Excel e Power BI é um dos pontos mais subestimados no desenvolvimento de analistas na indústria farmacêutica. Quando você usa Excel como fonte estruturada de dados para um relatório no Power BI, você está praticando modelagem de dados, relacionamento entre tabelas e hierarquia de informações. Essa prática constrói a base conceitual que vai ser exigida quando o projeto crescer e a empresa precisar de uma solução mais robusta.

Zeros no currículo são mais comuns do que parecem. "Excel avançado" escrito sem contexto é, na prática, um zero. A diferença entre decoração e argumento está nos números e nos verbos de ação. "Automatizei a consolidação do relatório mensal de cobertura de médicos com VBA, reduzindo quatro horas de trabalho para vinte minutos" é uma frase que abre conversa em qualquer entrevista na área comercial farmacêutica.

Business intelligence farmacêutico é uma área que cresce sem parar no Brasil. Com a expansão do canal farma, a pressão por dados de sell-out em tempo real e a necessidade crescente de análises de penetração de mercado por brick, as empresas precisam de profissionais que entendam tanto o dado quanto o negócio. Excel avançado com Power Query e Power Pivot é o caminho mais curto para desenvolver essa dupla competência sem depender de infraestrutura cara ou aprovação de TI.

Eficiência operacional medida em horas economizadas por automação é um dos argumentos mais fortes que um analista pode construir ao longo da carreira. Na indústria farmacêutica, onde relatórios de força de vendas são produzidos semanalmente, um processo automatizado com VBA ou Power Query pode economizar dezenas de horas por mês. Isso impacta diretamente o custo operacional da área e torna o profissional indispensável. Indispensável, em qualquer empresa, tem nome diferente na hora do aumento.

Reposicionar Excel no currículo não significa mentir sobre a ferramenta nem superestimar competências que ainda estão em desenvolvimento. Significa contextualizar o conhecimento dentro de uma stack funcional e orientada a entrega. "Power Query e Power Pivot integrados ao Power BI para análise de mercado farmacêutico" não é uma descrição técnica abstrata. É uma frase que conta uma história de evolução profissional e mostra que o candidato pensa em sistema, não em ferramenta isolada.

No setor farmacêutico brasileiro, onde empresas do segmento de genéricos, OTC e prescrição médica convivem com realidades tecnológicas completamente diferentes, a versatilidade é um diferencial real. Saber trabalhar com Excel avançado em uma distribuidora regional e com Power BI em uma multinacional sem perder a qualidade da análise é o perfil que o mercado está procurando e pagando bem para encontrar.

Automatizar com Python o que ainda é feito manualmente no Excel é o próximo passo natural para quem quer crescer na carreira de dados. Mas esse passo fica muito mais fácil para quem já entende a lógica de negócio por trás das análises. Não é o Python que resolve o problema. É a pergunta certa que direciona o código. E a habilidade de fazer a pergunta certa vem de anos trabalhando próximo das áreas de negócio, muitas vezes dentro de uma planilha.

Decisões de alto impacto na indústria farmacêutica são tomadas com dados. Market share por molécula, share of voice por representante, sell-in versus sell-out por canal de distribuição. Quem consegue construir essas análises com clareza, seja no Excel, no Power BI ou em Python, e consegue comunicar os resultados de forma acessível para o gestor comercial, esse profissional tem carreira longa e bem remunerada pela frente. Ferramenta é meio. Clareza analítica é o fim.

Evoluir na carreira de dados dentro da indústria farmacêutica não é uma questão de abandonar o Excel. É uma questão de não ficar preso nele. Quem usa Excel como ponto de partida para construir fundamentos sólidos de análise, modelagem e automação, e depois expande essa base com SQL, Power BI e Python, cria uma trajetória profissional consistente e difícil de replicar. A stack moderna não substitui o fundamento. Ela amplifica quem já tem um.

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Claude | Como Treinar o Claude com os Seus Melhores Posts do LinkedIn

Claude | Como Treinar o Claude com os Seus Melhores Posts do LinkedIn#ProgramaçãoGlobal #Prompt #Claude

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Prompt bom é prompt claro, estruturado e intencional.


CRIO DASHBOARDS NO POWER BI


Neste artigo encontrará o manual completo para transformar o seu próprio histórico de conteúdo em um motor de escrita personalizado.



Você pode treinar o Claude com os seus melhores posts do LinkedIn e, a partir daí, fazê-lo escrever no seu tom, com os seus ângulos, repetindo o que já deu certo para a sua audiência. A ideia é simples e o resultado impressiona: em vez de pedir conteúdo genérico a uma IA que bebe da internet inteira (e quase sempre desatualizada), você a alimenta apenas com o que comprovadamente funciona no seu perfil.


Este artigo destrincha o método em quatro movimentos:


  • Extrair o seu histórico de posts de forma segura e legal, 
  • Treinar o Claude sobre esses dados para gerar um relatório de inteligência editorial, 
  • Transformar esse conhecimento em uma Skill reutilizável e, por fim, 
  • Capturar a “receita” de um post que viralizou para reproduzi-la quando quiser.


Ao final, há uma seção honesta sobre os limites da abordagem, porque nenhuma ferramenta substitui o seu julgamento.


Por Que Isso Funciona


A premissa do método é direta: os seus posts do LinkedIn já estão publicamente disponíveis na web. Isso permite que sejam extraídos por ferramentas legítimas, sem necessidade de automação dentro da sua própria conta, algo que você nunca deve fazer, sob risco de penalização pela plataforma. A extração acontece por fora, de modo seguro, e devolve a você uma planilha com todo o seu acervo.


Com esse acervo em mãos, o Claude deixa de ser um assistente genérico e passa a ser um analista do seu próprio conteúdo. Ele cruza formato, ângulo, gancho e engajamento de centenas de publicações para identificar padrões que o olho humano dificilmente perceberia em escala, e é aí que mora o valor real.


Etapa 1 — Extrair o Seu Histórico de Posts

Etapa 1 — Extrair o Seu Histórico de Posts


O primeiro passo é capturar os seus posts de forma segura e legal. Ferramentas de extração de dados públicos, como o Apify, com o qual não mantenho qualquer vínculo de afiliação, permitem isso a custo irrisório, algo em torno de US$ 2 para mil posts, frequentemente coberto pelos créditos gratuitos de cadastro.


O fluxo, em linhas gerais:


  1. Crie uma conta gratuita na ferramenta de extração escolhida (normalmente já vêm créditos de cortesia suficientes para alguns milhares de posts).
  2. Acesse o “ator” ou agente específico que coleta posts de perfis do LinkedIn.
  3. Informe a URL do perfil de origem e ajuste as configurações de coleta.
  4. Execute e aguarde alguns minutos enquanto o processo roda.
  5. Exporte o resultado como planilha (CSV ou XLSX) e guarde o arquivo, ele será a matéria-prima do Claude.


Atenção ética e legal: Extraia o seu próprio acervo ou o de perfis cujo uso você tenha autorização ou base legítima para analisar. Tratar dados públicos não dispensa responsabilidade, alinhe a prática às diretrizes da plataforma e à LGPD antes de escalar o processo.


Etapa 2 — Treinar o Claude com a Sua Planilha


Etapa 2 — Treinar o Claude com a Sua Planilha


Com a planilha pronta, leve-a ao Claude (uso o Claude Cowork, o agente de trabalho do desktop, ideal para tarefas multietapa sobre arquivos locais). O objetivo desta fase é produzir um relatório de inteligência editorial: um documento que diga, com base nos números reais, o que está funcionando, o que deve ser abandonado e qual é a “receita” de post de alto desempenho.


O prompt que comanda essa análise, extenso e detalhado, instrui o Claude a tratar a tarefa como uma entrega analítica séria, não um resumo apressado. Solicite um suporte a sua IA para criar este prompt e o que ele deve cobrir, adaptando-o à sua realidade:


  • Derivar o formato real de cada post (texto, imagem, carrossel, vídeo, artigo) a partir das colunas de mídia preenchidas, e não confiar em rótulos genéricos da exportação, que costumam mentir;
  • Calcular o engajamento somando reações, comentários e compartilhamentos, e ler a “mistura emocional” pelo tipo de reação predominante;
  • Reconstruir a linha do tempo das publicações para avaliar cadência, melhor dia e melhor horário;
  • Computar as estatísticas em código, para que os números sejam exatos, e definir um critério claro de outlier (por exemplo, posts que superam em X vezes a mediana de engajamento);
  • Abrir efetivamente as mídias dos melhores posts: imagem, capa de carrossel, thumbnail de vídeo, e descrever o que há nelas: gancho na imagem, estilo visual, layout. Não julgar um post visual apenas pela legenda;
  • Agrupar os posts pelos ângulos que você de fato usa (história pessoal, visão contrária, tutorial, reação a notícia, lista/framework) e ranqueá-los por desempenho;
  • Entregar um bloco “Parar / Continuar / Começar”: o que abandonar, o que manter e o que testar na próxima semana.


Ao final, peça dois arquivos novos (sem alterar o seu upload original): um relatório legível de ponta a ponta, com a conclusão no topo e cada afirmação amarrada a um número ou a um post citado; e um POP (Procedimento Operacional Padrão), a receita repetível do próximo post, com a fórmula do gancho, o formato vencedor e o modelo visual, ilustrados por exemplos reais dos seus maiores outliers.


Na prática, esse processamento pode levar de 8 a 10 minutos, com o agente percorrendo toda a planilha. O resultado costuma surpreender, inclusive revelando padrões que contrariam a intuição de quem produz o conteúdo.


Etapa 3 — Criar uma Skill Reutilizável


Etapa 3 — Criar uma Skill Reutilizável


Ter um relatório e um POP é ótimo, mas você não vai querer recolar o mesmo prompt e o mesmo contexto toda semana. A solução é encapsular tudo isso em uma Skill do Claude, um fluxo de trabalho salvo, que você invoca com um comando de barra sempre que precisar.


Ainda dentro da mesma conversa onde o relatório foi gerado, você usa o criador de skills (/skill-creator) e pede que ele combine o que importa no relatório e no POP em uma skill nomeada. Um ponto crucial do desenho: a skill deve, ao ser invocada, fazer perguntas a você primeiro, capturando o insumo necessário (tema, contexto, objetivo) antes de gerar ângulos, ganchos e legendas. Você então escolhe os favoritos e monta o post final em conjunto com o Claude.


Depois de salvar, basta testar a skill em uma nova aba: o Claude faz as perguntas, pesquisa o que for preciso, devolve a legenda completa e ainda sugere a imagem que deve acompanhar a publicação. O ciclo vira um diálogo guiado, não um prompt solto.


Etapa 4 — Capturar a Receita de um Post Que Viralizou


Etapa 4 — Capturar a Receita de um Post Que Viralizou


“Viralizar” aqui é relativo ao seu padrão: se você costuma ter 5 curtidas e um dia bateu 100, esse é o post que interessa. Quando uma publicação performa muito acima da sua média, vale capturar a receita por trás dela e transformá-la em uma skill aplicável a qualquer tema futuro.


O caminho: tire um print do post (e, se houver vídeo, descreva-o), leve a imagem ao Claude, de preferência usando o Opus 4.8, pela leitura visual mais apurada, e peça que ele crie uma skill que decomponha e preserve quatro elementos: o formato, o gancho (as duas primeiras linhas visíveis), a estrutura da legenda (quebras de linha, cadência, tom de voz) e o post viral inteiro guardado dentro da skill como referência. A partir daí, você itera por perguntas e respostas até gerar um novo post, obre qualquer assunto, para qualquer pessoa.


Minha ressalva: não repita a mesma receita de post viral indefinidamente. Por mais saboroso que seja um hambúrguer, ninguém quer comê-lo todos os dias. A novidade é parte do que faz algo viralizar, e a repetição mecânica corrói justamente esse efeito.


Quando o Método Não Basta — Uma Leitura Honesta


Nenhuma ferramenta é mágica, e sou transparente quanto aos limites. Vale internalizá-los antes de investir tempo no processo:


  • A IA não é criativa. Ela é excelente em seguir instruções e digerir muito contexto (centenas de posts). A faísca vem da combinação dessa capacidade com a sua habilidade humana de reconhecer padrões e dar sentido a eles.

  • Não é mais rápido. Um bom post continua exigindo tempo. O ganho está em gastar esse tempo de forma mais eficiente, ampliando as chances de acerto.

  • Tem custo. Operar nos modelos mais capazes envolve assinatura paga, neste momento, data da publicação no link, gasto em torno de US$ 25/mês. Faz sentido para quem publica com regularidade.

  • Não é para um post só. O método compensa para quem pretende publicar ao menos uma vez por semana e já possui um histórico razoável de publicações.

  • Lixo entra, lixo sai. Se o seu conteúdo de origem é fraco, treinar o Claude sobre ele não fará milagre. A qualidade do acervo define o teto do resultado.

  • Ele é bom em repetir. O ultra-viral costuma nascer da novidade. Todo mundo começa espelhando os melhore, espelhar, jamais copiar.


Use com discernimento. Inspirar-se nos melhores é legítimo, plagiar e creditar com um “crédito: fulano” minúsculo no comentário não é. A diferença entre referência e cópia é ética, e ela define a sua reputação no longo prazo.


Este método inverte a lógica do uso de IA para conteúdo: em vez de pedir ao Claude que adivinhe o que funciona, você o ensina com a evidência do seu próprio desempenho. Extração segura do acervo, análise rigorosa em forma de relatório e POP, encapsulamento em skills reutilizáveis e captura cirúrgica das receitas vencedoras, um ciclo virtuoso em que posts melhores treinam um Claude melhor, que por sua vez ajuda a escrever posts ainda melhores.


Para o profissional de marketing e comunicação da indústria, acostumado a transformar dados em decisão, a ponte é natural: é business intelligence aplicado à própria voz editorial. E, como em todo projeto de dados, o valor não está na ferramenta, mas no rigor com que você a conduz.


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Claude Prompt | Como Clonar a Si Mesmo

Claude Prompt | Como Clonar a Si Mesmo

#ProgramaçãoGlobal #Prompt #Claude


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Claude Prompt | Como usar o Claude Sem Limites

Claude Prompt | Como usar o Claude Sem Limites#ProgramaçãoGlobal #Prompt #Claude

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Prompt bom é prompt claro, estruturado e intencional.


CRIO DASHBOARDS NO POWER BI


A maioria das pessoas acha que os limites do Claude são o problema. Não são. O verdadeiro problema é usar o Claude de forma ineficiente.



A maioria dos usuários desperdiça tokens com uploads desnecessários, prompts fragmentados, follow-ups intermináveis e um design de fluxo de trabalho ruim. O resultado?


⚠️ Maior consumo

⚠️ Respostas mais lentas

⚠️ Resultados de qualidade inferior


Os melhores usuários do Claude não escrevem necessariamente prompts melhores. Eles constroem sistemas melhores.


Aqui estão 14 formas práticas de extrair mais do Claude usando menos tokens:


✅ Converta os arquivos antes de fazer o upload


✅ Planeje antes de executar


✅ Peça ao Claude que faça perguntas primeiro


✅ Edite trechos em vez de regenerar tudo


✅ Agrupe várias tarefas em um único prompt


✅ Reutilize frameworks de prompt já testados


✅ Escolha o modelo certo para cada tarefa


✅ Mantenha arquivos e pastas organizados


✅ Inicie um novo chat para cada nova tarefa


✅ Resuma conversas longas regularmente


✅ Desative os recursos de que você não precisa


✅ Use Projetos para trabalhos recorrentes


✅ Defina suas preferências uma vez e ganhe tempo para sempre


✅ Pense em fluxos de trabalho, não em prompts


A maior mudança em IA acontecendo agora. Quem vence com IA não é quem conhece mais prompts, é quem sabe projetar fluxos de trabalho eficientes.


Prompts trazem respostas.


Sistemas trazem resultados.


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