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Claude | Como Treinar o Claude com os Seus Melhores Posts do LinkedIn

Claude | Como Treinar o Claude com os Seus Melhores Posts do LinkedIn#ProgramaçãoGlobal #Prompt #Claude

DOE UM CAFÉ


Prompt bom é prompt claro, estruturado e intencional.


CRIO DASHBOARDS NO POWER BI


Neste artigo encontrará o manual completo para transformar o seu próprio histórico de conteúdo em um motor de escrita personalizado.



Você pode treinar o Claude com os seus melhores posts do LinkedIn e, a partir daí, fazê-lo escrever no seu tom, com os seus ângulos, repetindo o que já deu certo para a sua audiência. A ideia é simples e o resultado impressiona: em vez de pedir conteúdo genérico a uma IA que bebe da internet inteira (e quase sempre desatualizada), você a alimenta apenas com o que comprovadamente funciona no seu perfil.


Este artigo destrincha o método em quatro movimentos:


  • Extrair o seu histórico de posts de forma segura e legal, 
  • Treinar o Claude sobre esses dados para gerar um relatório de inteligência editorial, 
  • Transformar esse conhecimento em uma Skill reutilizável e, por fim, 
  • Capturar a “receita” de um post que viralizou para reproduzi-la quando quiser.


Ao final, há uma seção honesta sobre os limites da abordagem, porque nenhuma ferramenta substitui o seu julgamento.


Por Que Isso Funciona


A premissa do método é direta: os seus posts do LinkedIn já estão publicamente disponíveis na web. Isso permite que sejam extraídos por ferramentas legítimas, sem necessidade de automação dentro da sua própria conta, algo que você nunca deve fazer, sob risco de penalização pela plataforma. A extração acontece por fora, de modo seguro, e devolve a você uma planilha com todo o seu acervo.


Com esse acervo em mãos, o Claude deixa de ser um assistente genérico e passa a ser um analista do seu próprio conteúdo. Ele cruza formato, ângulo, gancho e engajamento de centenas de publicações para identificar padrões que o olho humano dificilmente perceberia em escala, e é aí que mora o valor real.


Etapa 1 — Extrair o Seu Histórico de Posts

Etapa 1 — Extrair o Seu Histórico de Posts


O primeiro passo é capturar os seus posts de forma segura e legal. Ferramentas de extração de dados públicos, como o Apify, com o qual não mantenho qualquer vínculo de afiliação, permitem isso a custo irrisório, algo em torno de US$ 2 para mil posts, frequentemente coberto pelos créditos gratuitos de cadastro.


O fluxo, em linhas gerais:


  1. Crie uma conta gratuita na ferramenta de extração escolhida (normalmente já vêm créditos de cortesia suficientes para alguns milhares de posts).
  2. Acesse o “ator” ou agente específico que coleta posts de perfis do LinkedIn.
  3. Informe a URL do perfil de origem e ajuste as configurações de coleta.
  4. Execute e aguarde alguns minutos enquanto o processo roda.
  5. Exporte o resultado como planilha (CSV ou XLSX) e guarde o arquivo, ele será a matéria-prima do Claude.


Atenção ética e legal: Extraia o seu próprio acervo ou o de perfis cujo uso você tenha autorização ou base legítima para analisar. Tratar dados públicos não dispensa responsabilidade, alinhe a prática às diretrizes da plataforma e à LGPD antes de escalar o processo.


Etapa 2 — Treinar o Claude com a Sua Planilha


Etapa 2 — Treinar o Claude com a Sua Planilha


Com a planilha pronta, leve-a ao Claude (uso o Claude Cowork, o agente de trabalho do desktop, ideal para tarefas multietapa sobre arquivos locais). O objetivo desta fase é produzir um relatório de inteligência editorial: um documento que diga, com base nos números reais, o que está funcionando, o que deve ser abandonado e qual é a “receita” de post de alto desempenho.


O prompt que comanda essa análise, extenso e detalhado, instrui o Claude a tratar a tarefa como uma entrega analítica séria, não um resumo apressado. Solicite um suporte a sua IA para criar este prompt e o que ele deve cobrir, adaptando-o à sua realidade:


  • Derivar o formato real de cada post (texto, imagem, carrossel, vídeo, artigo) a partir das colunas de mídia preenchidas, e não confiar em rótulos genéricos da exportação, que costumam mentir;
  • Calcular o engajamento somando reações, comentários e compartilhamentos, e ler a “mistura emocional” pelo tipo de reação predominante;
  • Reconstruir a linha do tempo das publicações para avaliar cadência, melhor dia e melhor horário;
  • Computar as estatísticas em código, para que os números sejam exatos, e definir um critério claro de outlier (por exemplo, posts que superam em X vezes a mediana de engajamento);
  • Abrir efetivamente as mídias dos melhores posts: imagem, capa de carrossel, thumbnail de vídeo, e descrever o que há nelas: gancho na imagem, estilo visual, layout. Não julgar um post visual apenas pela legenda;
  • Agrupar os posts pelos ângulos que você de fato usa (história pessoal, visão contrária, tutorial, reação a notícia, lista/framework) e ranqueá-los por desempenho;
  • Entregar um bloco “Parar / Continuar / Começar”: o que abandonar, o que manter e o que testar na próxima semana.


Ao final, peça dois arquivos novos (sem alterar o seu upload original): um relatório legível de ponta a ponta, com a conclusão no topo e cada afirmação amarrada a um número ou a um post citado; e um POP (Procedimento Operacional Padrão), a receita repetível do próximo post, com a fórmula do gancho, o formato vencedor e o modelo visual, ilustrados por exemplos reais dos seus maiores outliers.


Na prática, esse processamento pode levar de 8 a 10 minutos, com o agente percorrendo toda a planilha. O resultado costuma surpreender, inclusive revelando padrões que contrariam a intuição de quem produz o conteúdo.


Etapa 3 — Criar uma Skill Reutilizável


Etapa 3 — Criar uma Skill Reutilizável


Ter um relatório e um POP é ótimo, mas você não vai querer recolar o mesmo prompt e o mesmo contexto toda semana. A solução é encapsular tudo isso em uma Skill do Claude, um fluxo de trabalho salvo, que você invoca com um comando de barra sempre que precisar.


Ainda dentro da mesma conversa onde o relatório foi gerado, você usa o criador de skills (/skill-creator) e pede que ele combine o que importa no relatório e no POP em uma skill nomeada. Um ponto crucial do desenho: a skill deve, ao ser invocada, fazer perguntas a você primeiro, capturando o insumo necessário (tema, contexto, objetivo) antes de gerar ângulos, ganchos e legendas. Você então escolhe os favoritos e monta o post final em conjunto com o Claude.


Depois de salvar, basta testar a skill em uma nova aba: o Claude faz as perguntas, pesquisa o que for preciso, devolve a legenda completa e ainda sugere a imagem que deve acompanhar a publicação. O ciclo vira um diálogo guiado, não um prompt solto.


Etapa 4 — Capturar a Receita de um Post Que Viralizou


Etapa 4 — Capturar a Receita de um Post Que Viralizou


“Viralizar” aqui é relativo ao seu padrão: se você costuma ter 5 curtidas e um dia bateu 100, esse é o post que interessa. Quando uma publicação performa muito acima da sua média, vale capturar a receita por trás dela e transformá-la em uma skill aplicável a qualquer tema futuro.


O caminho: tire um print do post (e, se houver vídeo, descreva-o), leve a imagem ao Claude, de preferência usando o Opus 4.8, pela leitura visual mais apurada, e peça que ele crie uma skill que decomponha e preserve quatro elementos: o formato, o gancho (as duas primeiras linhas visíveis), a estrutura da legenda (quebras de linha, cadência, tom de voz) e o post viral inteiro guardado dentro da skill como referência. A partir daí, você itera por perguntas e respostas até gerar um novo post, obre qualquer assunto, para qualquer pessoa.


Minha ressalva: não repita a mesma receita de post viral indefinidamente. Por mais saboroso que seja um hambúrguer, ninguém quer comê-lo todos os dias. A novidade é parte do que faz algo viralizar, e a repetição mecânica corrói justamente esse efeito.


Quando o Método Não Basta — Uma Leitura Honesta


Nenhuma ferramenta é mágica, e sou transparente quanto aos limites. Vale internalizá-los antes de investir tempo no processo:


  • A IA não é criativa. Ela é excelente em seguir instruções e digerir muito contexto (centenas de posts). A faísca vem da combinação dessa capacidade com a sua habilidade humana de reconhecer padrões e dar sentido a eles.

  • Não é mais rápido. Um bom post continua exigindo tempo. O ganho está em gastar esse tempo de forma mais eficiente, ampliando as chances de acerto.

  • Tem custo. Operar nos modelos mais capazes envolve assinatura paga, neste momento, data da publicação no link, gasto em torno de US$ 25/mês. Faz sentido para quem publica com regularidade.

  • Não é para um post só. O método compensa para quem pretende publicar ao menos uma vez por semana e já possui um histórico razoável de publicações.

  • Lixo entra, lixo sai. Se o seu conteúdo de origem é fraco, treinar o Claude sobre ele não fará milagre. A qualidade do acervo define o teto do resultado.

  • Ele é bom em repetir. O ultra-viral costuma nascer da novidade. Todo mundo começa espelhando os melhore, espelhar, jamais copiar.


Use com discernimento. Inspirar-se nos melhores é legítimo, plagiar e creditar com um “crédito: fulano” minúsculo no comentário não é. A diferença entre referência e cópia é ética, e ela define a sua reputação no longo prazo.


Este método inverte a lógica do uso de IA para conteúdo: em vez de pedir ao Claude que adivinhe o que funciona, você o ensina com a evidência do seu próprio desempenho. Extração segura do acervo, análise rigorosa em forma de relatório e POP, encapsulamento em skills reutilizáveis e captura cirúrgica das receitas vencedoras, um ciclo virtuoso em que posts melhores treinam um Claude melhor, que por sua vez ajuda a escrever posts ainda melhores.


Para o profissional de marketing e comunicação da indústria, acostumado a transformar dados em decisão, a ponte é natural: é business intelligence aplicado à própria voz editorial. E, como em todo projeto de dados, o valor não está na ferramenta, mas no rigor com que você a conduz.


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LinkedIn e Python | 1º PASSO - Explore, Visualize e Analise os Sentimentos em suas Conexões

LinkedIn e Python | 1º PASSO - Explore, Visualize e Analise os Sentimentos em suas Conexões

Muitas pessoas não se dão conta a enormidade de informações que podem obter à partir dos dados que dispõem em suas plataformas de Redes Sociais e até mesmo oriundos de sua caixa de e-mails. Sim, um Cientista de Dados precisa ser criativo, além de ter o domínio de certas ferramentas importantes. Ferramentas aprende-se sobre elas; e criatividade pode ser desenvolvida a partir da leitura de séries de artigos como essa.

Motivação

A maioria dos profissionais com perfis cadastrados no LinkedIn procuram otimizá-los para desenvolverem ações.

Seria possível fazer com que os dados trabalhassem para você

Se for usuário do LinkedIn, provavelmente já se perguntou sobre os segmentos de pessoas que estão conectadas à você. Talvez queira expandir suas conexões no mundo da Ciência de Dados

Será que a maioria das pessoas em sua rede trabalham num campo relacionado à Ciência de Dados?

O que dizer de suas mensagens,  são principalmente positivas e sobre tópicos relacionados aos seus interesses?

Como sou um usuário ativo no LinkedIn com mais de 22K de conexões, estou curioso sobre os dados estatísticos destes perfis conectados a mim nessa plataforma, além de poder analisar as respectivas mensagens que tenho recebido nos últimos 2 anos, por exemplo.

O que mais posso fazer a partir da análise de dados no LinkedIn?

Caso esteja otimizando meu perfil no LinkedIn para oportunidades de emprego, como posso usar os dados disponíveis como ferramenta?

Nesta série de artigos, combinarei a visualização e o Processamento de Linguagem Natural para analisar minhas conexões e respectivas mensagens. 

Após este artigo, você também será capaz de analisar seus próprios dados no LinkedIn e obter insights a partir deles!

 1º PASSO


Para ter uma ideia completa e atualizada, acesse este link e visualize a tela abaixo (ou uma versão mais atualizada):


Não demorei muito para obter os dados porque pode baixá-los diretamente do LinkedIn. Aqui está como fazê-lo.

Clique no  Ícone eu na parte superior da sua página inicial do LinkedIn.

Clique no  Ícone eu na parte superior da sua página inicial do LinkedIn.


Selecione Configurações e privacidade no menu suspenso.

 

Clique em Privacidade de dados no lado esquerdo. 

 

Na seção Como o LinkedIn usa seus dados, clique em Obter uma cópia de seus dados. 

 

Selecione os dados que estiver procurando e Solicite o arquivo.

 


Selecione os dados que estiver procurando e Solicite arquivo.


Escolhi especificamente Conexões e Mensagens.

Siga para o 2º Passo.

Source: TowardsDataScience.com

Ranking: DB-Engines - Classificação dos Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados

Ranking: DB-Engines - Classificação dos Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados




O DB-Engines Ranking classifica os sistemas de gerenciamento de banco de dados de acordo com a sua popularidade.




Método de Cálculo

O DB-Engines Ranking é uma lista de sistemas de gerenciamento de banco de dados classificados por sua atual popularidade. Medimos a popularidade de um sistema usando os seguintes parâmetros:

O número de menções do sistema em sites, foi medido como número de resultados em consultas dos motores de busca. No momento, usou-se o Google, Bing e Yandex para esta medição. Para contar apenas resultados relevantes, procurou-se <nome do sistema> em conjunto com o banco de dados, por exemplo, "Oracle" e "base de dados".

Interesse geral no sistema. Para esta medição, usamos a frequência de buscas em Google Trends.

Frequência de discussões técnicas sobre o sistema. Usou-se o número de questões, e o número de usuários TI interessados nos bem-conhecidos site de relacionados Q&A Stack Overflow e DBA.

Número de ofertas de emprego, em que o sistema é mencionado. Usou-se também o número de ofertas sobre os principais motores de busca de emprego.

Número de perfis em redes profissionais, em que o sistema é mencionado. Usamos a mais popular e internacionalmente profissionais redes LinkedIn e Upwork.

Relevância em redes sociais. Contou-se o número de tweets no Twitter quando o sistema foi mencionado.

Calculou-se o valor a popularidade de um sistema por meio da padronização, calculando a média dos parâmetros individuais. Estas transformações matemáticas são feitas de uma forma tal que a distância dos sistemas individuais é preservada. Isso significa que, quando o sistema A tem o dobro do tamanho de um valor nos DB-Engines Ranking como o sistema B, então é duas vezes mais popular quando calculados sobre os critérios de avaliação individuais.

A fim de eliminar efeitos causados ​​por uma mudança na quantidade das fontes de dados elas mesmas, a pontuação popularidade é sempre um valor relativo, que deve ser interpretado, em comparação com apenas outros sistemas.

O DB-Engines Ranking não mede o número de instalações dos sistemas, nem a sua utilização no âmbito dos sistemas de TI. Pode-se esperar, que o aumento da popularidade de um sistema (por exemplo, em debates ou ofertas de emprego) precede uma ampla utilização correspondente do sistema por um determinado fator tempo. Devido a isso, os DB-Engines Ranking podem atuar como um indicador precoce. 



Este ranking é atualizado mensalmente. Leia mais sobre o método de cálculo das pontuações.


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LinkedIn - SenseiDB

LinkedIn - SenseiDB




O grupo de Engenharia do LinkedIn lançou e tornou open source o SenseiDB, um banco de dados distribuído e semiestruturado. O SenseiDB é a tecnologia que está por trás da infraestrutura de pesquisas do LinkedIn e dá sustentação à sua página principal, ao LinkedIn Signals e a outros recursos de pesquisa do portal, como as buscas de pessoas e empresas. O SenseiDB foi desenvolvido internamente para atender a necessidades da empresa, e agora teve seu código aberto, passando a integrar ao projeto "guarda-chuva" LinkedIn SNA, focado em buscas, rede de contatos e análise.

O SenseiDB é um banco de dados NoSQL, focado em altas taxas de atualização e consultas semiestruturadas complexas. Os usuários já familiarizados com o Lucene e o Solr da Apache reconhecerão vários dos conceitos subjacentes ao SenseiDB. O SenseiDB é implantado em clusters de vários nós (nodes), sendo que cada nó pode conter N fragmentos de dados. Os nós são gerenciados através do Apache Zookeeper, que mantém a configuração existente e transmite alterações (por exemplo, modificações de topologia) para todo o grupo de nós. Cada cluster do SenseiDB também requer um esquema para definir o modelo de dados que será usado.

A obtenção de dados para alimentar um cluster SenseiDB é feita apenas através de gateways (não há um método "INSERT"); cada cluster é ligado a um único gateway. Este é um dos pontos críticos de entendimento desta tecnologia, já que o SenseiDB não trata a atomicidade e o isolamento. Estas características são garantidas externamente, no nível do gateway, que deve garantir que o fluxo de dados se comporta da maneira esperada. Os gateways já integrados são:


  • A partir de um arquivo;
  • Originados de uma fila Java Message Service (JMS);
  • Via JDBC;
  • Vindo do Apache Kafka.


Os desenvolvedores também podem implementar gateways personalizados. Para exemplificar esta implementação, é fornecido um gateway de exemplo que obtém seus dados a partir de atualizações feitas no Twitter.

Tendo o fluxo de dados de entrada em funcionamento e já alimentando os dados do cluster, o SenseiDB permite que sejam realizadas consultas "fragmentadas" (faceted), de acordo com o esquema definido. Para esta finalidade, é oferecida uma API REST, inspirada na DSL de consultas do ElasticSearch, que pode ser acessada por qualquer cliente HTTP. O SenseiDB vem acompanhado de componentes em Java e Python, que encapsulam essa API. Em breve também será disponibilizada uma versão dos componentes em Ruby.

O SenseiDB oferece ainda a BQL (Linguagem de Consulta e Navegação) como um método alternativo de consulta. A BQL é uma linguagem similar ao SQL (contendo apenas instruções SELECT), que facilita a consulta a um banco SenseiDB. Um console gráfico para web é fornecido como parte da instalação do cluster, permitindo inspecionar e depurar consultas BQL.

Para informações mais detalhadas sobre o SenseiDB, consulte a documentação geral, os Javadocs e o Wiki do projeto. O código-fonte está hospedado no GitHub.



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